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FIES ingressa em Comitê Gestor de Sergipe

Governador reúne instituições para criar um grupo de trabalho em prol do desenvolvimento do estado

 

O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, convidou membros da indústria, comércio, tecnologia, educação e terceiro setor, para uma cerimônia no Palácio do Governo na manhã desta segunda-feira (17). O objetivo foi firmar um acordo de cooperação técnica entre esses membros para ampliar as ações de desenvolvimento do estado.

Para representar o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), Eduardo Prado, durante o ato de assinatura do protocolo de intenções o economista-chefe da FIES, Rodrigo Rocha participou do evento. Além dele estiveram presentes na solenidade, a vice-governadora do estado, Eliane Aquino, o superintendente da Federação do Comércio de Sergipe (Fecomércio), Maurício Gonçalves, o reitor da Universidade Federal do Estado de Sergipe (UFS), Ângelo Antoniolli, o superintendente acadêmico do Grupo Tiradentes, Temisson dos Santos, o pesquisador associado e cofundador do Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI), Saulo Barretto, além de outros convidados.

Na oportunidade o assessor especial de planejamento do Governo de Sergipe, Guilherme Rebouças, apresentou aos envolvidos no comitê o projeto Sergipe 2050. Trata-se de uma iniciativa que busca unir forças dos principais setores da sociedade para juntos estabelecerem um plano de ação com atuação em longo prazo, visando o desenvolvimento sustentável por meio de uma gestão pública eficiente e orientada para resultados.

Para o governador Belivaldo Chagas, o Sergipe 2050 é um projeto ousado que objetiva traçar estratégias de desenvolvimento pautadas nas necessidades da sociedade. “O que a gente quer com essa proposta é sentar com os mais diversos setores da sociedade para que efetivamente a gente tenha um documento que possa ser colocado em prática. Nós temos o planejamento estratégico que vai até 2022, mas paralelo a ele é preciso que a gente tenha um planejamento que se pense a médio e longo prazo. E é por isso que a gente tá pensando no Sergipe 2050 e envolvendo esses diversos setores da sociedade que têm muito a contribuir, porque eles vivem o dia a dia com a sociedade sergipana, então se a gente não senta e não ouve a coisa tende a não dar certo.”, destaca Chagas.